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Maria d'Ovenal Films

Filmamos para que haja um sítio onde voltar.

Famílias, casamentos e marcas. De Coimbra para onde a história estiver.

Uma voz

A tia Maria limpa as lágrimas, sentada ao lado do tio Manel, no alpendre de casa.

«É o que fica da vida.»

A tia Maria e o tio Manel, anos depois de verem o primeiro filme que o Pedro fez para eles.

O primo Diogo, no filme feito para os avós.

Tudo começou com um filme para dois avós.

O Pedro tinha uns catorze anos. Filmou o primo Diogo às escondidas, no quintal dos avós, entre tratores e motas. Levou quase um ano a montar.

Quando o viram, choraram desde o primeiro minuto. Ainda hoje falam dele.

Como tudo começou

O que filmamos

Poucos projetos de cada vez. Cada um até ao fim.

Metade do rosto de uma mulher idosa, iluminado por uma luz baixa, a sair da escuridão.

Fazia questão de ser a última a ser servida.

Nasceu no Avenal, e na terra para onde casou chamavam-lhe a Maria do Avenal. À mesa, só se sentava depois de todos terem o prato cheio. A empresa tem o nome dela, e trabalha para o merecer.

Quem era a Maria

Imagens interpretativas, criadas a partir de fotografias da Maria.

Conte-nos a sua história.

Não precisa de ter tudo arrumado. Basta o começo, o resto descobrimos juntos.

Chamo-me , e a história que queria contar é

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